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Matéria sobre Rede Social em sua vida profissional.

Matéria sobre Rede Social em sua vida profissional e pessoal. Escrita por Amanda Sabino no Classitotal do Jornal Todo Dia, esta matéria explica como o Facebook pode interferir de maneira positiva e negativa em sua carreira profissional. Leia a matéria completa clicando no link a baixo.

http://flip.tododia.uol.com.br/index.php?id=%2Fedicao.open.php&cod=658

(Página 22)

Entrevista de Emprego: Fuja do óbvio!

Conheça seis dicas matadoras para impressionar o próximo recrutador

“Hoje em dia, quando entrevisto um candidato a uma vaga de emprego, me assusto com o quão pouco ele sabe sobre a empresa para a qual deseja trabalhar. Isso acontece até mesmo na seleção de diretores. Sugiro seis dicas para sair do óbvio na entrevista:

1 Conheça de verdade o local onde você deseja trabalhar. Nada de Google. Refiro-me a visitar a loja, conversar com clientes, analisar se as prateleiras estão bem arrumadas, no caso de a empresa ser da área de varejo.

2 Enriqueça seus conhecimentos pelos canais não convencionais e surpreenda positivamente. Um exemplo: ligue para o call center da organização para a qual pretende trabalhar. Faça uma compra pelo site e viva a experiência para poder compartilhá-la com o entrevistador, se a vaga que você busca é na área de serviços.

3 Fale com tranqüilidade sobre seus pontos fracos. Age com inteligência quem expõe seus fracassos com a mesma desenvoltura de quem mostra suas forças. Ninguém vive uma carreira de sucesso, na linha de frente das tomadas de decisão, sem ter falhado.

4 Mostre as lições aprendidas com os seus erros.

5 Conte como as suas experiências pessoais e profissionais, positivas e negativas, vão ajudar tanto o seu chefe quanto a empresa a crescer. Ninguém é contratado pelo que fez no passado, e sim pelo que pode realizar no futuro.

6 Evite apenas relatar suas competências. O correto é associá-las aos desafios da companhia.”

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Como adquirir experiência de trabalho – Por Elisa Reis (Psicóloga)

Você quer trabalhar, mas não tem experiência?
É, conseguir o primeiro emprego ou migrar para uma área profissional diferente, requer paciência e boa vontade. O mercado ainda valoriza a experiência no currículo.

Os empregadores preferem não arriscar e contratar alguém que nem mesmo sabe como vai se sair num ambiente profissional por nunca ter vivenciado as normas e padrões, os relacionamentos e desafios. Já está provado que inteligência ou bom desempenho intelectual não representa necessariamente um bom desempenho prático ou um bom relacionamento interpessoal.

Veja a seguir alguns caminhos que vão ajudar você a se projetar profissionalmente:

Trabalho Voluntário: atuar numa organização sem fins lucrativos na sua área pode ser uma boa porta de entrada. A pressão é menor, já que você não é pago, as cobranças também são menores. O horário é flexível e tem a oportunidade de fazer bons contatos.

Estágio: Alguns são remunerados, outros não. É a oportunidade de conviver com profissionais e setores da área profissional da sua formação. Priorize empresas fortes, que sejam referência no mercado. Tem o benefício da bolsa, do aprendizado prático e a chance de ser contratado.

Trabalho Temporário: Contratos nos períodos da lata no comércio ou em serviços, em períodos como Natal e férias. Mesmo que o trabalho não tenha relação com seu objetivo profissional, conta a experiência de atuar numa organização, contato com colegas e chefia, cumprimento de horário e padrões.

Envolvimento em atividades da área profissional: Participar de cursos, palestras e grupos de discussão. Escrever artigos para revistas e sites.
É importante manter a calma e ter força de vontade, esse processo de enriquecer o currículo e se projetar profissionalmente pode ser lento e gradual. Mas todo mundo tem que começar de um determinado ponto. As relações sociais também pode ser uma via eficiente. Sempre tem um familiar, vizinho, amigo que pode se tornar o empregador, que vai enxergar na sua personalidade e experiência de vida pessoal seu potencial profissional.
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Fontes: Elisa Reis – Psicóloga
http://www.rhportal.com.br/

Como controlar as emoções no trabalho?

Por Patrícia Bispo para o www.RH.com.br
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Por mais que uma pessoa tenha uma vida pessoal considerada estável, isso não irá isentá-la de em determinado momento vivenciar problemas. Evidentemente que há quem enfrente situações mais delicadas do que outras, mas sempre surgirá um fato que faça o indivíduo sentir-se mais frágil e passível de ter suas emoções à flor da pele. Isso pode ocorrer em virtude de questões relacionadas à saúde, desentendimento com familiares, desequilíbrio nas finanças, uma paixão não correspondida, enfim, são inúmeros fatores fazem a pessoa ter aquele dia que a remete pensar: “Era melhor ter ficado em casa”. Contudo, isso não resolverá problemática alguma e, afinal, todos precisam cumprir com as suas responsabilidades, inclusive no trabalho.
Quando, por exemplo, um profissional chega à empresa sobrecarregado pelas questões pessoais, nem sempre ele consegue administrar bem suas emoções e ao mínimo contato com o colega de trabalho, usa aquele momento como “cano de escape” para aliviar suas tensões. Isso pode tornar-se razão para que se crie um distanciamento momentâneo entre as pessoas ou, então, inicie-se uma discussão que pode levar apenas alguns minutos ou ganhar, lamentavelmente, proporções mais sérias. Mas, como agir diante de uma situação como a descrita? Confira a seguir algumas dicas para administrar bem suas emoções diante de um colega de trabalho descontrolado.
1 – O dia a dia faz com que as pessoas identifiquem determinadas características de personalidades de quem está próximo a elas. Isso também é extensivo nas empresas. Caso você já tenha conhecimento de que seu colega é daqueles que têm “pavio curto”, não tente descobrir a todo custo o motivo que o fez chegar com aquela “cara de quem quer poucos amigos”. Pode ser que ele queira ficar calado boa parte do dia. Se possível, apenas o cumprimente com um bom dia e deixe que ele próprio consiga relaxar ao longo do expediente.
2 – Caso precise falar algo relacionado com suas atividades justamente com aquele colega que não se mostra nos melhores dias, seja objetivo e profissional. Não tente dar uma de abelhudo, a menos que ele mesmo se mostre disposto a conversar um pouco para desabafar.
3 – Se a situação for inversa e seu colega precisar de você para desenvolver alguma atividade, mostre-se receptivo. Mas, não exagere na dose porque há dias em que a pessoa realmente precisa de um momento para si e quando alguém força uma conversa, ele sentirá que sua privacidade foi invadida.
4 – Rir é um ótimo remédio para afastar o mau humor. No entanto, se um dos seus pares está definitivamente “carrancudo” em determinado dia, não force uma situação para tirá-lo daquele estado através de alguma piada ou, então, sobre o resultado do jogo que ocorreu na noite passada. A receptividade diante da sua investida, talvez se torne o “pontapé” inicial para algum comentário que você nunca gostaria de ter ouvido.
5 – Se o seu colega permanecer com o comportamento tenso por mais de um dia e caso você realmente goste dele, se possível, peça alguns minutos do seu gestor para conversar sobre a visível mudança do seu par. Lembre-se de ter esse diálogo reservado, para que a privacidade do seu colega seja assegurada. Algumas vezes, a liderança está com tantas atribuições que o fato pode passar despercebido por dois ou até três dias.
6 – Ninguém merece ser “saco de pancadas” e tampouco servir de “cano de escape” para aliviar os problemas de terceiros. Se em determinado momento o seu colega de trabalho chega para você porque sentiu algum desconforto diante de uma atitude sua, mantenha uma conversa reservada com ele.
7 – Caso o conflito que se forme seja mais complicado do que o esperado, sugira que seja realizado um diálogo diante da presença do seu líder. Isso fará com que o agressor tenha tempo para esfriar a cabeça e até mesmo rever algum posicionamento impróprio que ele mesmo teve com você e até mesmo diante dos demais membros da equipe.
8 – Há situações em que uma discussão pode ocorrer e que você seja o expectador. Diante da dimensão do fato, procure acalmar as partes envolvidas e se isso não for possível, peça ajuda a outro colega de trabalho que esteja mais próximo. Não deixe que uma confusão ganhe proporções mais sérias, sem ao menos tentar algo para acalmar os ânimos.
9 – Por mais que alguém tente provocá-lo e tirá-lo do sério, proferindo palavras impróprias ou mesmo atitudes grosseiras, não entre nesse jogo e nem pense em responder com a “mesma moeda”. Isso não é um ato de covardia, mas de prudência e que garantirá a você respaldo suficiente para se “defender” frente a uma agressão que partiu de algum colega de trabalho. Dizer “não” a uma briga é sinal de coragem e nunca de fraqueza.
10 – Um dos principais fatores que geram conflitos entre os membros de uma equipe é a “velha e conhecida fofoca”. Aqueles rumores que rapidamente ganham espaço na sala e até nos corredores das organizações são verdadeiras armadilhas que prejudicam o clima organizacional. Por isso, quando escutar que “alguém falou algo sobre você”, antes de esquentar a cabeça ou tomar qualquer atitude precipitada faça alguns questionamentos:
A) Quem fez a informação chegar até você merece sua confiança?
B) A pessoa que supostamente falo algo sobre você é acostumada a ter atitudes dessa natureza?
C) É possível manter um diálogo com a pessoa que supostamente fez comentários impróprios sobre você?
D) Existe um histórico anterior de conflitos entre você e a outra parte?

Patrícia Bispo

O que não perguntar em um processo seletivo?

O que não perguntar em um processo seletivo?
Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

É através de um processo de recrutamento e seleção que às organizações chegam aos profissionais que se tornarão o diferencial para o negócio, pois são as pessoas que conduzem as decisões, tomam iniciativas que resolvem problemas como também ações que geram situações de conflito. Por isso, o momento da contratação precisa ser conduzido com extremo cuidado e por profissionais que saibam como utilizar as ferramentas que envolvem todo o processo, inclusive, a entrevista de seleção. No entanto, é comum observar que alguns selecionadores cometem deslizes como, por exemplo, na aplicação de perguntas descabidas aos candidatos. Seja por falta de tempo para estruturar a entrevista – com foco nas competências exigidas na vaga em aberto ou por falta de experiência -, o fato é que perguntas “deslocadas” fazem o recrutamento cair no descrédito e um valioso tempo seja desperdiçado. Escolhi algumas perguntas abaixo que já ouvi serem usadas R&S, mas que deveriam ficar guardadas a “sete chaves” na última gaveta ou, melhor, deletadas das seleções. Confira 10 delas:

1 – Você pode falar sobre sua vida? – Uma pergunta como essa, feita para qualquer candidato abre espaço para que a resposta dada pela pessoa nada tenha a ver com a vaga em aberto. Isso porque, além de passar a ideia de que o selecionador não se preparou para a entrevista, deixa margens para que o candidato fale sobre qualquer assunto e deixe de mencionar, por exemplo, competências que ele detém e que são valiosas para a empresa contratante.

2 – Como foi seu relacionamento na adolescência com seus pais? – Esse é outro questionamento que deveria passar longe de um processo seletivo, afinal a relação entre o candidato e os pais dele é uma questão pessoal. Além disso, provavelmente, ninguém dirá que teve conflitos sérios com seus genitores ou responsáveis.

3 – Na escola, o que mais o irritava nos professores? – Imagine uma pergunta dessas para um candidato. O mínimo que passará pela mente do profissional é: o que tem isso a ver com a vaga que desejo? Será que vão levar em consideração que eu detestava o professor de matemática?

4 – O que você mais gosta e o que detesta na vida? – “Vou responder como um bom menino. Lógico!”. Diante de uma pergunta como essas, o candidato pode afirmar que o que mais preza é a família, os bons costumes, a natureza. E o que mais abomina: a violência, a fome, o analfabetismo, entre outro.

5 – Você quer fazer parte da nossa equipe? – Que candidato responderia negativamente a essa pergunta? Se ele está disputando a vaga é porque, no mínimo, precisa pagar suas despesas ou porque deseja novos desafios. Muitos podem nem acreditar, mas perguntas como essa ainda são feitas nos processos de seleção.

6 – Sua profissão tem valor para você e os outros? – Qual profissional diria que sua profissão não vale um “tostão furado”? O que ele pode falar é que cada vez mais procura aprimorar conhecimentos, porque sua atividade é fundamental para a empresa.

7 – Entrar em nossa organização o assusta? – É muito mais sensato questionar quais os atrativos que levaram o profissional a se interessar por fazer parte da equipe da empresa. Quem vai responder que algo o assusta, principalmente quando se quer conquistar uma oportunidade no mercado?

8 – O que você faria para tirar nossa empresa do buraco? – Quem respondesse: “Eu daria todo o meu suor”, “Trabalharia 24 horas seguidas”, “Deixaria de lado todos os feriados”, estaria mostrando sinais visíveis de desespero frente ao desemprego. Só atuando no dia a dia é que o profissional sabe de que forma ele pode contribuir para o crescimento corporativo.

9 – O que o faria detestar seu futuro líder? – Ninguém em sã consciência diria algo contra o futuro gestor. Imagine se o candidato respondesse: “Não suporto o líder que desvaloriza o processo de feedback”. Se a empresa não adota essa prática, certamente o profissional seria eliminado do processo, sem chance alguma de mostrar seu valor ao contratante.

10 – Se outra proposta surgisse agora, você abandonaria nossa seleção? – “Deixar essa empresa por outra? Nunca”. Lógico que quem concorre a uma vaga não afirmará que deixará a empresa na primeira oportunidade que surgir.

Então, antes de fazer determinadas perguntas durante um processo seletivo, é preciso estruturar o processo e de preferência, ao lado do gestor em que o recém-contratado irá se reportar.

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